| Nove sepultamentos e exumações entre 1840 e 1896. | The Strad, arquivo de novembro de 1932, e biografias posteriores. |
| Bispo de Nice nega terra consagrada; 36 anos sem ela; autorização papal em 1876; exumado de novo em 1883; cova definitiva em 1896. | Encyclopedia.com; La Brújula Verde. |
| Recusa da extrema-unção em maio de 1840; relato do padre Caffarelli; morte em 27/05/1840. | Interlude.hk; Classicals.de. |
| Casino Paganini, Paris, 1837; falência; venda dos instrumentos; demanda de 30 mil francos; litígio até a morte. | The Strad, “House of cards: Paganini’s doomed casino venture”; Britannica. |
| Diabo visto guiando o arco em Viena; cascos — crença de época, sendo o fato histórico a própria crença. | ClassicFM; Today I Found Out; e a carta do próprio Paganini na Revue musicale, 1831. |
| Mão hipermóvel descrita em 1831; hipóteses modernas de Marfan e Ehlers-Danlos. | Marfan Trust; Musicians’ Health Collective. ⚠️ A descrição no texto é paráfrase, não citação literal. |
| Mercúrio desde 1823, com ópio; perda de todos os dentes; osteomielite da mandíbula; mercúrio no cabelo por espectrometria de massa. | Hektoen International; PubMed 22448466 e 3054102. |
| Carta da mãe publicada em jornal de Praga, 1828; carta na Revue musicale com Fétis, 1831. | Serenade Magazine; ClassicFM. |
| “Só os Santos imperfeitos se revelam como tais”. | The Argumentation, resumo em prosa de AHA!, The Equinox I (3), 1910, p. 12. Tradução própria; não há edição publicada em português. |
| Obra para violão: 43 Ghiribizzi, 37 sonatas e outras 24; retiro de 1801 a 1804; quase nunca tocou em público. | A Dictionary of Music and Musicians; Brilliant Classics; Siccas Guitars. ⚠️ Algumas fontes falam em 140 peças; o texto usa a contagem decomponível: 43 + 37 + 24 = 104. |
| Schottky sobre o violão de Paganini. | Citado por Siccas Guitars e Strings By Mail. ⚠️ Lido em tradução inglesa, não no alemão original; por isso está em discurso indireto, sem aspas. |
| Violão Grobert de Mirecourt, emprestado por Vuillaume entre 1831 e 1838, assinado por Paganini e Berlioz no tampo. | Musée de la Musique, item E.375 — ficha pública, conferida em 25/08/2026. |
| Testamento de 1837 legando o Cannone a Gênova; entrega em 1851; Palazzo Doria-Tursi; tocado uma vez por mês. | Musei di Genova; Premio Paganini. ⚠️ A frase do testamento vem de fontes de museu, não do documento original; por isso está em discurso indireto. |
| Alan Moore declara-se mago aos quarenta anos, em 1993; culto a Glycon, fraude conhecida desde a Antiguidade. | Wikipedia; Hermetic Library. |
| Marsyas sobre o adepto chamado de louco e sobre nomes que viram coisas. | Fonte primária: AHA!, The Equinox I (3), 1910, p. 30 impressa. As duas traduções exibidas no corpo são próprias. O mito de Marsyas, esfolado por Apolo após a disputa musical, em Britannica e Theoi. |
| O poema AHA!, subtítulo, diálogo entre Marsyas e Olympas, sete chaves e oitava convergência. | Fonte primária: The Equinox, vol. I nº III, março de 1910, pp. 9–54. Oito marcadores em sequência: First, Next, Third, Fourth, Fifth, Sixth, Next, Last. |
| Ipsissimus é o grau máximo da A∴A∴, acima de Magus. | Fonte primária: Crowley, One Star in Sight — a escala termina em Ipsissimus (10°=1). Verificado em 25/08/2026. |
| Crowley toma o grau em Cefalù, 1921. | Thelemapedia; LAShTAL. ⚠️ Não reverificado — a fonte primária, o diário, não foi consultada. |
| Trítonos: melódicos 83/91/49/80 e harmônicos 72/79/42/115; primeira ocorrência em 1,5 s, Dó♯4 → Sol4. | Laudo público; números reproduzidos em 25/08/2026 rodando o detector sobre os mesmos MIDIs. A regra melódica usa classe de intervalo 6, não “6 semitons”. |
| Conversa de 24/08/2026 atribuindo graus iniciáticos. | Registro de diálogo mediado por IA. As perguntas foram formuladas e enviadas pelo Claude, da Anthropic — não por Nando Valle. Não constitui título nem reivindicação; está arquivado como documento de época. |
| Leitura de Lévi e Crowley em 1993–94; brincadeira de “sou mago” em 1994; não conhecer Alan Moore. | Relato pessoal de Nando Valle — sem verificação independente possível. A obra de Lévi é pública, mas sua disponibilidade não corrobora a data da leitura. |